Vítor Filipe: “A violência não tem lugar no desporto”

FPF

Presidente da AF Lisboa foi o representante da Mesa do Plenário das Associações Distritais e Regionais no lançamento da campanha “STOP À VIOLÊNCIA”

Vítor Filipe, presidente da AF Lisboa, foi o representante da Mesa do Plenário das Associações Distritais e Regionais no lançamento da campanha “STOP À VIOLÊNCIA”, esta quarta-feira, na FPF Arena Portugal (Oeiras). A mensagem marcará os jogos das competições organizadas pela FPF – Liga 3 Placard, Liga BPI e Taça de Portugal de Futsal Placard – e pela Liga Portugal – Liga Portugal Betclic e Liga Portugal 2 Meu Super – de 25 e 26 de abril, e traduz uma "exigência ética" e uma "tomada de posição institucional coletiva" num fim-de-semana em que a história do país evoca “direitos fundamentais da dignidade humana”.

"A iniciativa 'STOP À VIOLÊNCIA', promovida pela FPF, é a expressão clara de uma mensagem que parecer ser difícil de transmitir: a violência não tem lugar no desporto; a violência não tem lugar no futebol. Quando o calor da competição, a rivalidade, ultrapassam o limite do respeito, estamos perante um quadro de conflito. Por isso, 'STOP À VIOLÊNCIA' é forte no nome e no propósito, ganhando um significado ainda maior quando se realiza num momento coincidente com a data do 25 de Abril”, referiu Vítor Filipe.

“O 25 de Abril recorda-nos o respeito pelos direitos fundamentais da dignidade humana, princípios que devem ser defendidos por todos os agentes, todos os dias, fora e dentro dos espaços desportivos: não há lugar para a violência, para a intolerância e para a discriminação em qualquer dimensão da nossa vida. A democracia construiu-se com diálogo, respeito e participação”, recordou. “Também o futebol, como expressão importante de valores cívicos, deve promover comportamentos distintivos entre dirigentes, jogadores, árbitros, adeptos e todos os que integram a comunidade desportiva”, sublinhou.

“Proteger todos os intervenientes desportivos é afirmar o respeito pelas regras e pelas instituições que as garantem, com especial enfoque nos árbitros. Sem árbitros, não há jogo; não há credibilidade desportiva. A agressão ao árbitro é um ataque à autoridade das competições e à própria organização do futebol. Falamos também dos jogadores, especialmente dos escalões de formação: os campos de futebol, os pavilhões, devem ser espaços seguros de aprendizagem, de formação desportiva e humana; nunca espaços de medo, de intimidação ou de violência, física ou verbal”, apelou Vítor Filipe, com uma mensagem de responsabilização: “A Liberdade exige civismo, responsabilidade e respeito. No futebol, isso traduz-se em liderança firme, regras claras, prevenção e responsabilização efetiva. A FPF assume, neste tema como em tantos outros, um papel central. Cabe-nos a nós, enquanto dirigentes, liderar pelo exemplo. 'STOP À VIOLÊNCIA' não é apenas uma campanha: é uma exigência ética; é uma tomada de posição institucional coletiva".


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