Fórum do Futebol discutiu importância das Comissões

FPF

Painel moderado foi moderado por Manuel Nunes, coordenador das comissões

O primeiro Fórum do Futebol, realizado este sábado, na Cidade do Futebol, contou com um painel sobre a Importância das Comissões no Desenvolvimento do Futebol.
Com moderação de Manuel Nunes, coordenador das Comissões, o painel contou com as presenças de José Pereira, presidente da Associação Nacional dos Treinadores de Futebol (ANTF), Joaquim Evangelista (Sindicato dos Jogadores), José Manuel Neves, presidente da Associação de Futebol do Porto e em representação da Mesa do Plenário das Associações Distritais e Regionais, André Mosqueira Amaral, pela Liga Portugal, e ainda a árbitra Inês Andrada.

José Manuel Neves elogiou as comissões e considera que estas são essenciais para aportar conhecimento à Direção. “As comissões são uma prática de grande importância estratégia e operacional. Tornam o modelo de governação mais participativo, tornam a gestão menos dependente da direção. Promovem a descentralização, através de um núcleo de pensadores estratégicos. Fomentam a inovação. Sou adepto fervoroso destas comissões. Para as Associações Distritais e Regionais, são determinantes, aportam o que se passa no terreno. Sem conhecimento não há decisão. As comissões são determinantes para trazer, à luz do dia, a realidade”, afirmou o presidente da AF Porto.

Em representação da Liga Portugal, André Mosqueira Amaral elencou os três eixos para o sucesso das comissões. Mas, primeiro, elogiou Pedro Proença. “Antes de mais, tenho muito orgulho de estar a representar a Liga Portugal e a dar continuidade a um grande trabalho realizado pela Direção anterior. Sobre as comissões, é preciso ressalvar a competitividade e ser o mais abrangente. Ter diversidade de opiniões e o terceiro ponto está na execução”, referiu André Mosqueira Amaral.

Em representação do Sindicato dos Jogadores, Joaquim Evangelista sublinhou que as comissões devem atuar de forma complementar à Direção. “O mais importante é perceber a função de cada órgão da FPF. As comissões vão ajudar a Direção a implementar o programa e as propostas definidas como prioritárias”, declarou Joaquim Evangelista.

José Pereira considerou que a eficácia das comissões depende da ligação destas à Direção. “As comissões são necessárias numa organização desta dimensão. Temos de saber o que podem fazer as comissões e o que não podem fazer. É preciso ter uma ligação grande à Direção Executiva e a todos os sócios ordinários. E depois apresentar as propostas em sede de Assembleia Geral”, explicou o presidente da ANTF.

Por seu lado, Inês Andrada vincou que o conhecimento no terreno é muito importante para o trabalho das comissões, sobretudo a nível regulamentar. “É na regulamentação que podemos ser mais úteis. Os árbitros dirigem todos os escalões, conhecem todos os regulamentos. Temos sido mais-valia na regulamentação, em comunicar o que se passa no terreno e comunicar às competições”, concluiu.
 


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24 de Maio 2025
Foto

Diogo Pinto / FPF

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