Susana Bravo: "Quatro dias importantes e intensos"

Futebol Fem. - Sub-16

Treinadora Nacional elogia empenho das atletas.

Terminou, esta quinta-feira, mais um estágio de preparação da Seleção Nacional feminina sub-16, o último antes da participação no Torneio de Desenvolvimento da UEFA

Ponto final nos trabalhos da Seleção Nacional sub-16. A equipa orientada por Susana Bravo completou, esta quarta-feira, um ciclo de três dias de preparação na Cidade do Futebol, naquele que foi o último momento de concentração antes da participação no Torneio de Desenvolvimento da UEFA, a realizar-se no próximo mês de fevereiro.

Susana Bravo, treinadora desta formação, falou ao fpf.pt no final dos trabalhos e mostrou-se satisfeita com a forma como decorreram os trabalhos. “Foram quatro dias importantes e intensos, aos quais as nossas atletas souberam responder com qualidade, seriedade e compromisso. Nesta fase inicial da preparação, o balanço é positivo, mas estamos conscientes das dificuldades e exigências da competição que se avizinha. Tínhamos como intenção formar uma equipa, agregar o grupo e torná-lo representativo da identidade das nossas Seleções Nacionais. Nesse sentido, podemos dizer que as jogadoras mostraram vontade de aprender, de aplicar e de evoluir nos diferentes momentos do estágio”, disse.

A comandante desta formação salientou ainda mais o empenho das suas jogadoras. “Tal como disse, tínhamos a pretensão de agregarmos um grupo e conseguimos fazê-lo. Com essa seriedade e responsabilidade que se pedia, elas estiveram muito bem e o feedback é muito positivo”, defendeu.

Susana Bravo aproveitou para referir a importância de competições como os Torneios de Desenvolvimento. “Estes torneios têm sido, ao longo destes anos, bastante enriquecedores e têm contribuído imenso para o crescimento das nossas jogadoras. Tem sido visível e sem dúvida que nos colocam mais perto do patamar que é exigido à jogadora depois quando entram no escalão das sub-17. Defrontamos sempre equipas de grande dificuldade e, como eu disse há bocado, vão-nos obrigar a ser muito exigentes, que é aquilo que precisamos para evoluir”, defendeu.


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