O percurso fantástico de Roberto Carlos

Football Talks

Foi, para muitos, o melhor lateral-esquerdo de sempre. Cobrava livres de forma única e deixou marca onde passou. No Football Talks falará sobre a Confederações, prova que ganhou em 1997

 

Para muitos, foi o melhor lateral-esquerdo de sempre do futebol mundial.

Carismático, foi figura de proa da seleção brasileira e do Real Madrid, mesmo em épocas em que a «canarinha» e os merengues tinham outras super estrelas internacionais.

Roberto Carlos, 43 anos, é um treinador e ex-futebolista brasileiro, foi pentacampeão do mundo pelo Brasil, no Mundial-2002, e venceu a Taça das Confederações 1997, realizada em França.

Será, precisamente, sobre a Taça das Confederações que irá falar, na tarde de 23 de março, quinta-feira, no Football Talks-2017, grande congresso internacional organizado pela FPF e que decorrerá, de 22 a 24 de março, no Centro de Congressos do Estoril.

A Taça das Confederações 2017 decorrerá na Rússia entre 17 de junho e 2 de julho. Portugal vai estrear-se na participação numa Confederações, na sequência do título europeu obtido em 2016.

Nasceu numa fazenda de café, em Garça, pequena localidade do interior do estado de São Paulo. É filho de lavradores e sim, o seu nome tem mesmo a ver com o cantor romântico Roberto Carlos, ídolo do pai do antigo craque.

Com uma técnica espantosa, cobrava os livres de forma única. Aliava a baixa estatura com velocista e uma técnica única, que o levava a puxar contra-ataques velozes e remates potentes e incrivelmente bem colocados. Defendia bem, atacava bem – e juntava essas qualidades a uma especialização na cobrança de livres que fazia dele um dos melhores do mundo também nesse ítem.

Na seleção brasileira e em mais de uma década no Real Madrid (foi um dos "galáticos", a par de Figo, Zidane, Beckham, Raul, Ronaldo Nazário e Casillas) afirmou-se como uma estrela do futebol mundial e uma referência dentro e fora do campo. Foi titular do «escrete» nos mundiais de 1998, 2002 e 2006.

Os números da carreira futebolística de Roberto Carlos são impressionantes: 952 jogos, 113 golos, 126 internacionalizações pela seleção brasileira (com 11 golos apontados)

Começou a carreira de futebolista no União de São João, Brasil (1991-1992), passou pelo At. Mineiro, Brasil (1992), Palmeiras (1993-1995), Brasil, Inter de Milão, Itália (1995-96), Real Madrid, Espanha (1996-2007), Fenerbahce, Turquia (2007-2009), Corinthians, Brasil (2010-2011), FC Anzhi, Rússia (2011-2012) e ainda uma experiência no Delhi Dynamos, da Índia (2015-16), clube no qual foi também treinador.

Como técnico já esteve também no FC Anzhi, da Rússia (adjunto em 2011/12, coordenador técnico em 12/13), no Sivasspor e no Akhisar da Turquia (2013-15), Delhi Dynamos da Índia (2015-2016) e Real Madrid (juniores), em 2016.

Somou conquistas como jogador: campeão do mundo pelo Brasil (2002), uma Taça das Confederações (1997), duas taças intercontinentais, três Champions, duas Copas América, uma Supertaça Europeia, quatro ligas espanholas, três títulos brasileiros, três supertaças de Espanha, duas supertaças turcas.

Duas vezes eleito pela UEFA melhor lateral-esquerdo a atuar na Europa; um Golden Foot; três vezes eleito jogador mais influente da seleção brasileira e uma distinção como craque do Brasileirão, na posição de lateral-esquerdo.

Em 2012, na Rússia, terminou a carreira de futebolista e iniciou a de treinador, no FC Anzhi, clube russo onde também foi dirigente.

Já há lotação esgotada para o Football Talks-2017, mas ainda será possível inscrever-se aqui, ficando em lista de espera para o caso de existirem desistências de última hora.

O leque de mais de três dezenas de nomes confirmados inclui os presidentes da FIFA (Gianni Infantino), UEFA (Aleksander Ceferin), CONMEBOL (Alejandro Dominguez), Victor Montagliani (CONCACAF), Pierluigi Collina (Comité Árbitros FIFA e UEFA), David Elleray (Diretor Técnico do IFAB), Gary Stevenson (presidente da MLS), o técnico português do AS Monaco, líder da Ligue 1 francesa, Leonardo Jardim, entre muitos outros nomes fortes de setores chave do Futebol, como as competições, os media, a gestão, a comunicação o marketing e até áreas como o digital, os videojogos ou a deteção de apostas suspeitas.

 

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